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ÁRVORE DA FELICIDADE


“A Árvore da felicidade só traz felicidade quando é dada,

nunca quando é comprada”


A sabedoria chinesa nos ensina que devemos aproximar os seres humanos da natureza. Por isso, nada mais auspicioso e cheio de vida do que um elemento natural e verde dentro de um ambiente. Claro que é preciso escolher as plantas, flores e árvores, de acordo com o lugar e suas variações de iluminação, umidade e ventilação. Mas, existem pequenas árvores capazes de fornecer ótimas energias e uma delas é a Árvore da Felicidade.

Existem dois tipos: uma com folhagens mais finas e recortadas e um tom de verde mais suave, considerada "fêmea". E outra com folhagens mais arredondadas, como as folhas de uma salsa, e um verde mais escuro, considerada "macho". A árvore fêmea, POLYCIAS FRUTICOSA, de origem: Polinésia Índia e Malásia e a macho, POLYSCIAS GUILFOYLEY de origem: Ilhas do Pacífico.

Outra característica é um aroma amadeirado exalado da planta ao final da tarde. O mais bacana é ter as duas versões da folhagem plantadas no mesmo vaso, ou seja, fêmea e macho no mesmo vaso equilibrando as energias yin e yang para uma boa energia de amor! Nos cursos de Feng Shui, os mestres mencionam que um jeito rápido e eficaz de fazer uma cura é colocar esta árvore dentro de casa. Feng Shui é um termo de origem chinesa, cuja tradução literal é vento e água. A origem da expressão está no Zang Shu (O Livro dos Enterros) escrito pelo Mestre Guo Pu (276-324 D.C).

O Feng Shui detecta as supostas influências visíveis e invisíveis em um ambiente e recomenda curas em uma área particular do imóvel que são capazes de alterar as características da circulação de energia no todo. Embora estas plantas não sejam plantas de mesma espécie e que necessitem trocar gametas entre si, existe o hábito de sempre plantar essas duas plantas juntas para atrair boa sorte, seu porte máximo de cinco metros ela é mais corretamente classificada como um arbusto, podendo ser cultivada em lugares sem muito espaço. A lenda conta que “Existiu no antigo Japão uma árvore mágica que diziam trazer felicidade e realizações a todos que passassem por ela. A pequena Haru morava numa aldeia com sua família e já ouvira sua avó contar essa lenda, tendo o sonho infantil de encontrar essa árvore. Sua família vivia em dificuldades. Certa manhã, ela e Anisan, seu irmão, brincavam pelas redondezas quando viram um velhinho sentado em uma pedra e dele se aproximaram.

- Bom dia! - Bom dia! Que linda manhã de sol não é mesmo?

- Sim, o que o senhor faz por aqui?

- Estou descansando um pouco, pois vim de muito longe em busca da Árvore da Felicidade.

Haru e Anisan levantaram as orelhas, curiosos: - Não sabíamos que essa árvore ficava por aqui.

- Ela não fica. Nesse lugar está o portal que nos leva até ela.

- Um portal?

- Sim, mas não é fácil chegar lá. Precisa-se ter boas pernas para subir aquela montanha e eu já estou meio velho.

As crianças olharam a grande montanha à sua frente e pensaram não ser tão difícil escalá-la. Foi nesse momento que o velho propôs: - Por que vocês não me ajudam a subir?

Eu posso mostrar onde fica o portal para vocês.

Os irmãos se entreolharam. O velhinho parecia ser bonzinho e estava tão cansado que concordaram e começaram a caminhada. Mesmo tendo um cajado, o velho subiu com dificuldade, e as crianças tiveram que apóia-lo quase o tempo todo. Lá de cima, avistava-se toda a cidade e eles respiraram fundo quando chegaram. - E agora? – perguntaram – Onde está o portal? - Está bem à nossa frente, mas só quem tem o coração puro pode ver. As duas crianças olharam aquele imenso prado verde e nada conseguiam ver.

- Não vemos nada. - reclamou Ansan.

- Olhem com os olhos da alkma.

- disse o velhinho – Está ali, bem à nossa frente. Já estou vendo.

Haru fechou os olhos, sentiu a suave brisa da manhã, o calor do sol e pensou no quanto desejava conhecer essa árvore para trazer felicidade e prosperidade para sua família. Quando abriu os olhos, a magia aconteceu: ela viu um caminho que antes não estava ali!- Veja, Anisan: uma passagem, parece meio invisível.

Anisan esfregou os olhos e também viu. - Estou vendo! Vai dar num bosque!

- É isso mesmo!

– sorriu o velhinho. - Vamos!

E os três se aventuraram por aquele caminho. Atravessando o portal, tudo parecia mais bonito: o verde era mais verde, as flores mais coloridas, o céu parecia mais azul. Havia pássaros e borboletas que eles nunca haviam imaginado. Após passarem pela floresta, chegaram a uma clareira onde repousava isolada uma simples árvore frondosa, mas Haru soube na hora que era aquela.

As crianças correram na frente, abraçando seu tronco e subindo em seus galhos. - E agora? Como fazemos para ter felicidade?

– quis saber Anisan.

- Basta fazer um pedido do fundo do seu coração! –explicou o velho.

Os irmãozinhos fecharam os olhos e pediram felicidade e prosperidade para sua família. Sentiram-se tão imensamente gratos por estarem ali, que suas almas resplandeceram.

Ao abrirem os olhos, toda a árvore estava envolvida em uma grande luz, como se atendesse ao desejo dos garotos. Ambos ficaram deslumbrados! Haru chamou o velhinho: – O senhor não vai pedir nada?

Ele apenas sorriu, e disse: - Na verdade, já sou muito feliz e vim aqui somente para trazê-los, pois sei que são boas crianças, com pais que merecem ver seu desejo realizado.

Acham que sabem voltar sozinhos?

- Claro! – respondeu Haru

– mas não compreendo por que nos trouxe até aqui, subiu com tanta dificuldade e não pediu nada para si.

- Porque a verdadeira felicidade está em ver as outras pessoas felizes. Sou apenas o guia dessa árvore. Adeus crianças!

E assim dizendo, ele desapareceu, como um sopro. Anisan e Haru se olharam assombrados, mas não sentiram medo, e sim gratidão pelo que o velhinho fizera. Voltaram para casa correndo, contando as novidades para sua família que, daquele dia em diante, não mais passou fome, nem teve nenhuma necessidade, prosperando cada dia mais”.

Assim, é o presente ideal para darmos a quem desejamos muita sorte, felicidade e energias positivas. Melhor presentear sua amiga com uma linda árvore da felicidade, com uma caixa de bombom já está cafona! Midori Yamada, uma pessoinha aqui de Atibaia, muito especial, me presenteou com mudas da macho e fêmea, Oba! Já estou observando minha felicidade e amor, esperando que seja eterno.


 

Lagoa Santa & Peter Wilhelm Lund

 

 

Dos meus muitos passeios por este mundo de Deus, um lugar me chamou a atenção, Lagoa Santa. Conheci este lugar em Belo Horizonte-Minas Gerais e o poder de sua água curadora. Isto mesmo, a origem da cidade está ligada às propriedades das águas ali encontradas. Segundo crenças locais, a lagoa que dá nome ao local possui minerais com propriedades curativas, daí a associação ao nome do município. Muitos foram os visitantes que procuravam a Lagoa Santa para melhorar a saúde banhando-se na lagoa. Foi fundada em 1733 por Felipe Rodrigues, tropeiro viajante que se estabeleceu no local. Era chamada de Lagoa Grande e Lagoa das Congonhas do Sabarabuçu. 

Foi Felipe Rodrigues, tropeiro viajante, quem primeiro sentiu o efeito benéfico destas águas. Ao lavar os eczemas de sua perna, sentiu-se aliviado de suas dores e obteve a cicatrização de suas feridas. A notícia da cura milagrosa logo se espalhou pelos arredores e o pequeno arraial passou a receber peregrinos em busca da cura para seus males. A perenidade da lagoa é atestada pelos relatos dos naturalistas viajantes, desde o século XVII. Sua profundidade não ultrapassa três metros, sendo que, a aproximadamente 40 metros de sua base, encontra-se um aquífero que contribui para a sua existência. E também, em grande parte, alimentada por águas pluviais. 

Seu formato é triangular e, no período das cheias, seu vertedouro lança suas águas no Rio das Velhas através do Córrego do Bebedouro. E o que tem Peter Wilhelm Lund com a Lagoa? O cientista dinamarquês Peter Wilhelm Lund (1801à1880) é considerado o pai da paleontologia brasileira, o ramo da ciência que estuda as formas de vida existentes em períodos geológicos passados, a partir dos seus fósseis. De acordo com a revista Ciência Hoje, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em artigo de Raquel Aguiar, o pesquisador descobriu mais de 12 mil peças fósseis em cavernas da região de Lagoa Santa (MG), que permitiram escrever a história do período pleistocênico brasileiro, o mais recente na escala geológica. Entre as descobertas de Lund, figura o denominado Homem de Lagoa Santa, que revelou a presença humana no local há mais de 10 mil anos. Contam-se também exemplares do tigre-dente-de-sabre, da preguiça gigante e do tatu gigante, entre outras espécies. Lund também é reconhecido como o pai da espeleogia no Brasil, o estudo da formação de grutas e cavernas. Explorou mais de 800 delas, algumas das quais foi o primeiro a localizar e a entrar. No campo da arqueologia, relatou a descoberta de importantes pinturas rupestres (feitas na rocha) e instrumentos de pedra. 

Acho que foi também um verdadeiro poeta... "Nunca meus olhos viram nada de mais belo e magnífico nos domínios da natureza e da arte", resumiu o cientista. Ele se referia aos efeitos cênicos provocados pelas estalactites e estalagmites. "Todos estes deslumbrantes primores da natureza são realçados pelos mais delicados ornatos tanto de formas fantásticas quanto de bom gosto, franjas, grinaldas e uma infinidade de outros enfeites", Lund escreveu. Em 1843, Lund descobriu ossos humanos de cerca de 30 indivíduos, misturados a fósseis de animais. Do ponto de vista antropomórfico (referente à forma humana), os fósseis descobertos eram bastante distantes dos indígenas americanos e próximos dos negróides. 

Suas características físicas eram homogêneas, o que indica seu isolamento genético (aqueles indivíduos não teriam se misturado com outros grupos). Essa identidade configurou o perfil daquele que ficou conhecido como o Homem de Lagoa Santa. As ossadas mais antigas foram datadas entre 11 mil e 8.000 anos. 

Bom conhecer histórias e pessoas interessantes que fizeram parte dela, não acham?!

 

O Mundinho


 O Mundinho


Todos nós, em algum lugar muito escondido, secretamente guardado dentro de nós, temos uma espécie de mundo interior, um mundinho real e ordinário ou simplesmente um mundinho qualquer. Uma parte do que vivemos, um pedaço do passado que não conseguimos esquecer e muitas vezes, nem ao menos lembrar. Meu mundinho era muito real e faço questão de não esquecê-lo, embora eu chore toda vez que meu pensamento devaneia nele, instantes em minha vida que desejo lembrá-lo.

A casa velha na frente do quintal, a mesa de sinuca, as hortelãs na lateral da casa, a janela dando vista para a rua, a sala com goteiras por causa das telhas velhas, o banheiro com as paredes revestidas de páginas de revistas, um hall estreito, um quarto com lençóis ainda forrados no chão, o pé de amora tombado para o quintal da casa de baixo, o pé de abacate, de banana, de limão, a velha e grande amendoeira, eu pegava o seu fruto caído no chão, nem lavado era, gostava muito e a sombra desta bela árvore era a melhor do lote 9, quadra F. Se o paraíso existe, é ali mesmo que ele se encontra, ou que um dia se encontrou, nem sei direito se este lugar ainda existe, e se existir, não deve ser o mesmo. A diversão também era boa na rua, com pique-pega, pique-bandeira, pique-lata e queimado, as crianças ficavam até o entardecer e depois faziam uma fogueira, linda e grande, não se sabe se era para espantar mosquitos ou só diversão mesmo.

E o pior de tudo era quando chegava à noite, tomar banho gelado e de “cuia”, porque não tinha chuveiro, muito menos água quente, tinha dia que nós estávamos tão cansadas que caíamos na cama sujas e a nossa mãe passava um pano úmido, pelo menos nos pés, para disfarçar a ira do pai. E como é doce lembrar de tudo isto, é como mel na boca e espero nunca esquecer tamanhos momentos, pessoas e lugares, é um mundo só meu e aconteça o que acontecer jamais alguém poderá tirar de mim. Este mundo nunca se apagará da minha memória, foge a nitidez das cores, mas o teor jamais. 

Algumas noites eu penso em todas as coisas boas que aconteceram e me pergunto por que não consigo esquecê-las. O meu mundinho, nunca deixo de pensar nele e sou capaz de sentir o perfume suave das flores perto do pé de abacate, o balanço improvisado no pé de manga, a melhor recordação de uma criança. 

Você seria capaz de lembrar do seu mundinho? Podemos mentalmente e sair um pouco desta realidade nua e crua.

Ídolos, Diego


Ídolos, Diego

Ídolos é um programa de televisão, versão do formato britânico Idos, que consiste em revelar o "novo ídolo musical do Brasil". A estréia ocorreu em 19 de agosto de 2008. É apresentado por Rodrigo Faro, dirigido por Wanderley Villa Nova e conta com Paula Lima, Luis Calainho e Marco Camargo como jurados. A temporada de 2009 que estreou no dia 18 de Agosto muito me emocionou. 

A edição trouxe mudanças, como a chamada Mansão Ídolos. Os finalistas dessa edição foram: Dani Morais, Diego Moraes, Evandro Elias, Héllen Lyu, Júlio César, Marcos Duarte, Marcos Paulo, Priscila Borges, Raquel Soares, Saulo Roston, Taíssa Araújo e Thais Bonizzi. Marcos Duarte desistiu do programa. Desde as audições minha expectativa sempre foi ao “menino” Diego, embora gostasse muito da Dani e Saulo. O “meu” Diego começou a cantar aos seis anos de idade, na igreja. Aos 15 se apresentava à noite nos bares. Nascido em Santa Bárbara D’Oeste, cresceu em Piracicaba. Durante toda sua infância e adolescência, fez aulas de teclado e piano. 

Diego canta na noite de São Paulo e Campinas, onde possui dois projetos musicais "Vibe Jam" e o "Soul na Goela". As páginas na Net não mentem, não quando falam sobre Diego Moraes e “Deus quer, o homem sonha, a obra nasce” como já dizia o poeta Fernando Pessoa. Impecável em suas apresentações, performance corporal que lisonjeio do fundo d’alma, sou fã. O cantor, que gosta de jazz, soul, MPB e pop, trabalhava como vendedor em uma ótica, mas deixou o emprego para participar do programa. Hoje aos 24 anos, nosso Ídolo faz algo extraordinariamente interessante, ele canta e nos encanta. Imitar, copiar é fácil para qualquer um que tem talento, mas “Diversificar”, já vem no sangue, no berço. Nas palavras de Clarice “Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, depende de quando e como você me vê passar", foi assim que analisei todas as triunfais entradas ao palco, a diversão era muita, emoção, muitas vezes as minhas lágrimas desciam no rosto, não de tristeza, de admiração, de alguma forma as músicas preenchiam-me. 

As interpretações feitas nas músicas Garçom (Reginaldo Rossi), Pais e Filhos (Legião Urbana), Explode coração (Gonzaguinha), As Rosas Não Falam (Cartola) e Metamorfose Ambulante (Raul Seixas) foram extraordinariamente perfeitas, todas com um toque especial, eu queria mais, muito mais, dou bravo, bis, de novo, vai, outra vez. E assim no meu próprio eco como platéia, seguia torcendo e votando no 43656-Diego. Não é só uma “carinha” bonita que queremos, nem trejeitos. Tem de ter “goela”. Pra mim ele é um vencedor, não por gravar um DVD, isto ele podia ter feito em qualquer etapa da carreira, mas ultrapassar uma mega barreira, não é pra qualquer um. 

Foi posto uma escada em seu estreito caminho, para a sua subida larga neste tablado que se chama vida. Teremos a voz do Diego sempre na memória, independente de um programa de televisão, porque já dizia Drummond “Mas as coisas findas, muito mais que lindas, essas ficarão”.


 

CIÚMES


 

Não é difícil encontrarmos pessoas que estão num relacionamento que não as satisfaz em vários níveis. Sejam relações amorosas, de amizade ou familiares, um número razoável de pessoas se encontra num relacionamento ou num modelo de relacionamento, que já se esgotou.  Relacionamentos que lhes fazem mal sufocam, inibem, não promovem troca ou crescimento. 


E apesar desta consciência não conseguem se ver sem ele. Esta dependência é mais comum do que se imagina e acontece entre mães/pais e filhos, entre casais e até entre amigos. A dependência emocional é a percepção que o indivíduo tem de não conseguir lidar consigo e com a vida de forma adequada sem a presença ou o auxílio de outra pessoa. Como se sente à mercê dos cuidados de alguém, que geralmente é uma pessoa próxima, familiar, cônjuge, namorado, etc, se submete a decisões, atitudes ou até abusos e humilhações  pelo medo de romper o vínculo com quem consegue fazê-lo "funcionar" adequadamente como indivíduo. São pessoas que não tomam decisões facilmente, mesmo as decisões mais simples, sem se assegurarem de conselhos e aprovação.  


Não agem com independência e podem não se tornar competentes ou ter sucesso em suas atividades, pelo medo que têm da pessoa da qual dependem perceber que podem atuar sozinhos no mundo, rompendo assim o vínculo que existe. Por exemplo, o ciúme.

O ciúme é sentimento doloroso ou ainda as exigências de um amor inquieto, o desejo de posse da pessoa amada. A suspeita ou a certeza de sua infidelidade faz nascer em alguém; sentimento de posse acompanhado de um desejo intenso de não dividir com ninguém o objeto do seu interesse; receio de perder alguma coisa; inveja, cuidado, zelo e pode transformar-se em uma obsessão, até mesmo uma paranoia. Algumas teorias consideram que os casos mais graves podem ser curados através da psicoterapia. 


Outros casos mais leves podem ser tratados através da ajuda do parceiro, estabelecendo-se um diálogo franco e aberto de encontro, com a reflexão sobre o que sentem um pelo outro e sobre tudo o que possa levar a uma melhoria da relação, para que esse aspecto não se torne limitador e perturbador. O ciúme é uma emoção humana extremamente comum, universal, podendo ser difícil á distinção entre ciúme normal e patológico. 

 

Seria então o ciúme, um conjunto de emoções desencadeadas por sentimentos de ameaça a estabilidade ou qualidade de um relacionamento íntimo valorizado. Ciúme é uma reação complexa porque envolve um largo conjunto de emoções, pensamentos, reações físicas e comportamentos: Emoções - dor, raiva, tristeza, inveja,medo, depressão e humilhação; Pensamentos - ressentimento, culpa, comparação com o rival, preocupação com a imagem, autocomiseração; Reações físicas - taquicardia, falta de ar, excesso de salivação ou boca seca, sudorese, aperto no peito, dores físicas. Comportamentos - questionamento constante e busca frenética de confirmações e ações agressivas, mesmo violentas. 


O ciúme, em princípio, é um sentimento tão natural ao ser humano como o tédio. Nós sempre vivenciamos este sentimento em algum momento da vida. Como todo sentimento, tem seu lado positivo e seu lado negativo. A pessoa ciumenta apresenta na sua personalidade um traço marcante de timidez e sentimentos de insegurança, problemas que costumam ter raízes na infância. Ciúmes simples, patológico, em cães, entre irmãos e até na literatura. A intensidade dramática do ciúme faz dele um tema atraente para escritores. 


Alguns souberam tratá-lo com maestria e produziram obras primas, como exemplo clássico de Otelo, de William Shakespeare, Dom Casmurro, Machado de Assis e tantos outros. Procurar ajuda é essencial, livros, simpatias, psicólogos...Eis uma bela frase de Ultraje a Rigor “Ser mais seguro e não ser tão impulsivo”.

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